
O tipo de fibra determina o processo — antes de qualquer coisa.
Fibra natural, sintética ou mista: cada uma reage diferente ao produto e à fricção. A identificação vem primeiro; a limpeza, depois.


A mancha começa pela causa, não pelo produto
Gordura, tanino, proteína e pigmento reagem a agentes diferentes. Aplicar o produto errado pode fixar a mancha em vez de removê-la — por isso o diagnóstico da origem vem antes da escolha do tratamento.
Três categorias, três abordagens distintas
Quando o limite do material é atingido, avisamos antes de continuar.
Lã, juta, sisal — fibras naturais absorvem água de forma irregular e exigem secagem controlada para não deformar nem amarelar.
Náilon, polipropileno — sintéticos toleram extração úmida, mas o calor excessivo funde o pelo e não tem retorno.
Misto — a proporção entre fibras muda tudo; o protocolo é definido após teste de resposta, não por estimativa.

• Resultados
Antes e depois — sem filtro, sem edição de cor


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Com a imagem, já conseguimos indicar se o material responde ao tratamento e qual protocolo se aplica — sem visita prévia obrigatória.
